domingo, 15 de agosto de 2010
Adeus
Sempre achei que fosse fácil dizer adeus, uma permanente e inusitada forma de dizer um tchau quase que para sempre.
Mais como sempre eu ando errada, não é; é simplesmente mais difícil do que parece, muito mais.
E acho que não sou capaz disso, como nunca vou ser, deixar as coisas acontecerem, e se houver um adeus, é por que realmente o tchau já não basta mais, as coisas não tem mais sentido, e a vida não há mais graça.
As vezes sou tão contraditaria comigo mesma, tão inflexivel, que não percebo o erro das coisas que falo na hora, depois eu paro, penso e vejo que seria melhor para mim, seria melhor para todos, seria simplesmente melhor.
Eu estou meu quarto livro - só pra não perder o costume de dizer coisas idiotas do meu dia-a-dia- então, o primeiro foi uma história bem besta e surrealista, o segundo já foi mais aprimorado, o terceiro sobre a garota lá do coisa coisado do coisa, e o quarto que de certa forma pretendo mostrar para a professora Eliane, - tenho certeza que vai ficar horrível, mas em todos os casos - Nunca soube como começar uma história; eu acho, sei lá também...
Nesse exato momento, minha cabeça dói tanto, me sinto fraca, e sem inspiração, talvez pela burrada que eu fiz e que me arrepndo profundamente, mas amanhã eu resolvo as coisas. dar tempo ao tempo é o que precisa!
